Veja o que João Arruda pretende fazer se for eleito prefeito de Curitiba

João Arruda é candidato a prefeito de Curitiba pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro). Ao Paraná Portal, ele falou sobre o que pretende fazer caso seja eleito, abordou suas principais propostas e como pretende agir durante o pós-pandemia.

1. Por que o senhor acredita que deve assumir a Prefeitura de Curitiba?

João Arruda: Eu me comprometi com uma causa em Curitiba que tem pouco apelo eleitoral, pelo menos como estamos acostumados nas campanhas até hoje. A gestão municipal de 2021 precisa se ressignificar. O mundo está mudando rapidamente.
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Está aí a transformação digital, com sua metodologia ágil, só pra citar um aspecto relevante para a área governamental.

Pensamos em rede e pensar em rede é renunciar a ego, posição, status. Vamos pegar o caso dos voluntários, por exemplo. Eles fazem um trabalho incrível que modifica para melhor o tecido social e sequer gostam de ser identificados. A sociedade civil organizada quer resultados calculáveis. É a velha história dos japoneses, “o que não pode ser medido não pode ser melhorado”. Estou pronto para ser o “gerente de projetos” de Curitiba.

2. Quais são os principais desafios que o senhor deverá enfrentar no caso de ser eleito?

João Arruda: A retomada da economia, onde está a criação de trabalho, a volta às aulas e a redesignação do orçamento de R$ 9 bilhões. A realidade é que CEOs e diretores de empresas se viram sem emprego e agora estão pensando em mentorar pessoas pela internet, por exemplo. Ou, os vendedores de acessórios par celular do semáforo encontraram uma cidade vazia. Ou, ainda, entre uma coisa e outra, há uma multidão demitida ou em jornada especial, com ganhos reduzidos pelo aspecto econômico da pandemia.

Gerar trabalho e emprego é um desafio enorme porque passa pela cultura. Há mais de 150 mil microempreendedores individuais em Curitiba que precisam de desenvolvimento e suporte técnico. Começa pela dificuldade de transformar essas empresas em tributáveis, porque a prefeitura tem de autorizar a emissão das notas ficais. Depois, o valor do ISS tem que ser planificado. Se mais gente pagar certinho, todos pagam menos. Isentar temporariamente do IPTU empresas geradoras de trabalho e emprego também é plano de governo, seguindo a ideia dos monopólios temporários que impulsionam a inovação.

Já a volta às aulas tem de ser gradativa, ouvindo pais e especialistas em infectologia. O Conselho Nacional da Educação permitiu a continuidade das aulas remotas até o final de 2021. Temos de pensar em maneiras de medir a qualidade do que os estudantes aprenderam e em como incorporar as novas tecnologias à rotina das escolas e famílias. O orçamento cobre essas ações.

Confira a íntegra da entrevista aqui.

Fonte: Paraná Portal